Com a tristeza no peito, refletida no olhar, impedindo a aparição do singelo sorriso.
Abrir mão é não ter mais forças pra tentar, pra lutar por algo que depende de dois, mas a vontade só corresponde a um.
Então resta a dor, a ferida que parece nunca secar e que mesmo secando, resta a cicatriz, aquela que cutuca constantemente e não deixa cair em esquecimento.
O coração não suporta e fica oco, vazio. A mente fica perturbada e a frieza consome lentamente.
E fico na espera de que um dia você volte,
que um dia sinta minha falta,
falta da minha presença,
da minha pele,
do meu riso,
do meu olhar,
do meu amor,
e que essa falta te perturbe mais que a mim,
ao ponto de desejar ter novamente,
de me ter novamente ao teu lado.
Essa espera se derrama em mar de água salgada, esse mar parece não ter fim.
É, ele não tem fim!
Katy Serrano
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